Poesia do olhar


A ler as notícias recentes da cor de rosa que cabia na carteira.
Vem ali todos os dias, senta-se na mesma mesa,
De frente para a porta
Para ver quem entra não importa quem sai
Pede o do costume
O café, um copo de água da torneira
Pergunta sempre o mesmo
Se é gratuito

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